Lost Feelings

Lost Feelings
Sonhar é amar, sonhar é ser criança, sonhar é ter esperança...

domingo, 23 de maio de 2010

Um da de abandono


Um dia de abandono

Um sol avermelhado
E prelongado, um sol que me ilustra.
num dia abandonado,
O sol que de angústia não é retornado!

Passeando há beira-mar,
Muito se pensa, em silêncio.
Ao ritmo do nosso andar.
Um pensamento que não neglegencio.

Tanto que ainda á para aprender.
Ser sábio, louco e desajeitado.
Para a liberdade me quero vender,
Mesmo ainda que o caminho me seja vedado!


Verão


Verão

Percorrendo o verdejante
Dos montes e montanhas.
Algo um tanto concertante,
Por entre as entranhas.

O vento vai passando,
Trazendo o aroma de Verão.
E assim vou preparando
A largada da condenação!

Passeando entre o orvalho
Que da manhã nasce,
Parando um pouco o trabalho
Para que um pouco de paz se ache.

Traíndo a confusão e agústia,
Procurar na liberdade.
Um lugar sem serventia,
Viver de verdade!

Sentado num jardim


Sentando num jardim


Sentado num jardim, nas escadas,
Num final de tarde marcado,
De cores aclaradas.

Dando longos bafos,
Escuntando a briza a passar.
Escassos são os minutos safos,
Em que o tempo parece abrandar.

Longe de casa, estou sozinho,
Ouvindo as folhas murmurar.
Os passáros cantam no seu ninho...
Só queria aqui parar!

Neste lindo entardecer,
Onde nada pode acontecer.
Poucos são estes minutos,
Que me equiparo aos sortudos,

De poder, por um tempo voar.
Olho para o céu,
Mas o tempo está a acabar,
Por agora, estou coberto por um véu!

Mistérios



Mistérios

Enxargado de poderosos mistérios,
Ocultistas e preversos!
Na minha mente, vários são os inquéritos.
Parando em caminhos tão inversos!

Esculpindo a minha própria liberdade,
Que se vira contra mim.
Pois nunca encontrarei a verdade
Enquanto caminhar para o fim!

Vendo-me como um louco derrotado.
Tendo sonhos que são impróprios,
Credo, sou tão desajeitado!
Mesquinhos são os pensamentos micróbios.

Não consigo mais estar sóbrio.
Visto que a minha alma é drogada.
Grande é em mim o vómito,
Desta vida tão tarada!

Pensamento Indulgente


Pensamento Indulgente

Sentado há beira do rio,
Fumando um cigarro.
Esquecendo que está frio,
Contando o pensamento bizarro!

Perdido na minha própria essência,
De uma incontrolável luxúria
Com tamanha indulgência,
Vivendo apenas em fúria!

Com outro, com este,
Sorrindo para nínguem.
Sentindo uma peste,
De vingança que me fica aquém.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Questões adolescentes


Questões adolescentes

Semanas passam,
Longas e pesadas,
Vividas em águas passadas!

O passado não se me desprende.
Estou preso, perdido,
Com tudo isto sentido...

Que vida é esta de que eu tenho noção?
Por entre guerras, moros e feridos,
Tocados pela religião,
Afinal quem tem razão?

Tocados pelos sentimentos incultos,
Será que somos nós os putos?

Questiono-me,
Todos nos usamos,
Pelos nosso intresses.
Mas a todos nos condenamos!

Amor em sitonia

Amor em sitonia



Ao som desta múscia, quase que choro por lembrar momentos que para mim se tornaram em tão pura harmonia, momentos em que parece que tudo é perfeito, em que a vida parece ter realmnte um sentido, um propósito.
Por mais que eu pense ou diga que não quero mais amar, sentido as palavras e a harmonia desta música faz me vontade de voltar a amar, sem medo das consequências que possam vir da relação, a vontade de querer estar com alguém que nos é semelhante, que nos compreende, que nos ajuda e não julga, nos dá apoio, sendo como um pilar de sustento nas nossas vidas, em que a intimidade física, são meros passares das mão pelos cabelos lisos ou ondulados dessa pessoa que tanto amamos, o toque sensível e delicado das ão opostas, o toque dos lábios, o calor da língua, daquelas sensações de empatia, de momentos que nos ficam gravados para sempre na nossa memória, que nunca serão esquecidos...
Aqueles dias em que pura conexão acontece, em que os dias ao pôr do sol, os carinhosos abraços, o aceite compromisso pelo amor.
Os dias de contar as estrelas no céu para quantificar o nosso amor que parece nunca ter fim, as noites perdidas entre os sonhos de harmonia e felecidade.
O sair ileso de todos os problemas, só de se estar na presença daquela pessoa que tanto nos é especial, aquela pessoa que nos tira fardos e complicados problemas, mesmo que seja por escassos momentos que tão rápido acabam, incoparáveis, essas pessoas.
cada vez mais dificil é encontrarmos essa pessoa, já que neste mundo o amor cada vez mais se torna em sexo, em que já não há sentimentos, em que a inocência desvance. tudo isto, neste mundo, é o que mais se encontra, mundo este que usa e "desusa" o amor duma forma descartável...

Triste Relação


Triste Relação


Sem ter rumo para andar,
Sem nínguem para se amar.
Recorda-se a saudade,
De se estar em liberdade.

Um fluxo de hamornia,
De inocente sintonia,
Mas no final?
Só eu é que o sentia...

Hoje tudo chegou ao fim.
Um fluxo de harmonia,
Que um dia fizeram a mim.
Só quero voltar a amar um dia...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Pássaro Sem Asas






Pássaro sem Asas



A morte é tão mau de se ouvir, tão mau de se assistir, sendo-se tão novo, ficamos sem saber o que dizer, fazer ou até mesmo sentir.



É algo tão estranho de se viver, uma pessoa que amamos, que consideramos ser alguém para nós, uma pessoa que com ela nos completamos de alguma forma, deixar de existir, criando em nós uma grande e triste saudade de todos os momentos bons que se passou, das conversas, dos concelhos, das brincadeiras, em fim, das vivências que nos dão prazer …



A morte é tão difícil de descrever, a passagem deste mundo para outro, o qual não temos bem a certeza se é bom ou mau, leva-nos também à não completa aceitação de que a pessoa de que gostamos tenha realmente morrido, e com todas estas ocorrências vemos que realmente a nossa vida é tão frágil, tão débil, tão delicada e que a nossa existência é tão curta, que nos faz aproximar mais dos outros que amamos criando laços ainda mais fortes, ficamos mais compreensíveis, pois, apercebemo-nos de que como a vida nos passa tão rapidamente entre as mãos, queremos aproveitar o máximo de tempo possível com aqueles que amamos, pois, uma hora se leva a nascer, anos se levam para aprender e ser alguém, segundos bastam para se perder a vida.



Podemos ser diferentes, ter pior ou melhor feitio, ter diferentes estilos de vida, mas somos todos iguais no que toca há nossa fragilidade, que todos estão a esquecer e cada vez mais existe relações acabadas por causa de parvos ou orgulhosos problemas, por isso se estiver a ler isto, eu não o/a conheça, saiba que eu o/a amo do fundo do meu coração, mesmo sem nos conhecermos, por um dia na sua vida, por mais que custe, faça as pazes com alguém que o tenha magoado, não deixe nunca os problemas abaterem as suas belas relações de amizade, que também significa amor, lembre-se de que a vida é demasiado curta para a desperdiçar em atritos uns com os outros, quando todos somos tão semelhantes, ansiamos por medos, fazemos loucuras, procuramos a paz e a felicidade, procuramos o amar, por um dia faça uma retrospectiva de si mesmo perante a humanidade e veja que nem que seja por escassos segundos, que somos iguais, temos os mesmos objectivos, temos os mesmo sentimentos, o que muda são as pessoas e as situações, nunca se esqueça que a vida preenche-se com amizades verdadeiras, sem elas nada somos, apenas uns animais solitários sobreviventes.



Dedico isto ao meu amigo Xavier, que partiu, deixando para trás um mundo egoísta e perverso, um mundo em que nos pisamos uns aos outros, partiu, e deixou corações completamente destroçados, dedico isto aos seus familiares cuja dor eu não posso nem sequer imaginar, dedico isto aos seus amigos de infância, aos seus amigos que lhe eram chegados, aos que lhe queriam bem…

segunda-feira, 12 de abril de 2010

De Costas Dobradas


De Costas Dobradas


Que vida é esta
Que tão nos é complicada.
Ela própria é sequestra,
E a nós vinculada.

Tristes são os dias,
Que se vive
Com pessoas doentias!

Tristes são os dias,
Em que rotinas,
Vivemos desamparados,
Completamente desalmados...

Uma dúzia de mentiras
De pessoas egoístas,
Que vemos depois,
Nunca outrora foram nossas amigas!

Trabalhos pesados,
De abaláveis fardos,
Nos tornam sobre as costas.
Vivendo apenas de notas!